Eu não sei quanto ingiro de alimento se minha mama veste roxo nem se a=jiji e b=jij c=?
Eu não sei porque fui me enfiar no meio acadêmico de novo, bem, na verdade eu sei, mas que grande besteira.
Eu não lembrei onde era a casa do Frango e isso foi grave.
Eu não sei me manter quieta, eu falo e falo, se eu acho que você atrapalhou minha peça ou coisa que o valha.
Eu não sei ouvir ou respeitar o que ouço quando falamos de alguém imbecil.
Eu não sei nada sobre física, química ou matemática além do que acho que devo saber.
Eu não sei parar de ficar achando e querendo revolucionar o mundo.
Eu não sabia nada sobre as guerras até o Frango me falar tudo, porque ele é um gênio e sabe de tudo.
Eu não sei controlar meu ciúme.
Não sei deixar de me interessar.
Mas tem uma coisa que eu sei fazer, que faço muito bem: amar.
Eu amo muito e amo violentamente - o que às vezes resulta em lágrimas (minhas, pra deixar claro) - amo de verdade mesmo e hoje o eleito "ser amável" é o Frango, que me ouve chorar no telefone, gosta até do MATINHO - que era pra ser uma piada sem graça (ou finge, né, rs) - e me trata como ninguém jamais me tratou quando estamos juntos.
Talvez por essa excelência em amizade que surja meu medo de forma tão devastadora, mas, anyway, quero registrar que se meu dia foi lindo - mesmo com discussões e indo mal em uma prova - foi por conta dele. (L)